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7 de jul de 2016

Diário de Bordo Campos do Jordão - Amantikir e Museu Felícia Leirner

Amantikir, essa lindeza de jardim
Eu já avisei pra vocês que pra ir pra Campos do Jordão é igual ir pra Jacarepaguá, só se for de carro-ô (malz aê! haha). Mas não custa reforçar: você não vai pra canto nenhum se não tiver um carro à disposição. Pois bem, de posse do meu carro alugado, fui até o Parque Amantikir, um lugar super bem conservado e que tem como principal atração um percurso com jardins do mundo todo. É muito bonito e um passeio delicioso de se fazer. A entrada custa R$ 30 e você pode ficar o tempo que quiser por ali.

Parede de folhinhas lindas em Amantikir
Aconselho levar comida ou ir embora antes de a fome bater, porque a lanchonete deles tem um atendimento podre. Tão podre que acabei indo embora porque estava com fome demais e vontade de menos de suportar o mau humor das atendentes. Sou dessas que não incentiva o mau atendimento. Vou embora mesmo. Com fome, se preciso for.

Amantikir: Um lugar pra encher os olhos
Não foi de todo ruim. Saindo de lá, resolvi comer no Gato Seco (Rua Dr. Reid, 14 - Abernéssia, Campos do Jordão), um restaurante que a Anandha (filha da Fabíola) tinha dito que é ótimo. Só 10 anos de idade e já recomendando coisas bacanas! Vai longe essa menina! O restaurante fica no centro comercial da cidade, a.k.a. a parte que tem preços bacanas. No sábado, que foi o dia que eu apareci por lá, eles servem um buffet de feijoada por R$ 19,90. Achei o preço honestíssimo. A comida não é incrííííível, mas é gostosa e mata a fome, que é uma beleza!

Museu Felícia Leirner já bem pertinho da hora do pôr-do-sol
De lá fui ao Palácio da Boa Vista (faz jus ao nome!), embora não tenha conseguido entrar porque eles já tinham alcançado a capacidade máxima de visitação no dia. Não satisfeita, continuei no caminho até o Museu Felícia Leirner, cujas obras ficam numa área de 35 mil metros quadrados de Mata Atlântica. Sim, é um museu a céu aberto! No total são 85 esculturas da artista polonesa que escolheu o Brasil pra chamar de lar. Como apreciadora do Impressionismo, acho difícil ver graça nessas esculturas, mas não vá por mim, ela já ganhou vários prêmios e colocou o Brasil em evidência com sua obra.

Pôr-do-sol com a Pedra do Baú de fundo: melhor vista a partir do museu
Se não for pelas esculturas, vá pelo local - é magnífico! Especialmente perto do fim do dia, de onde é possível assistir a um incrível pôr-do-sol com a famosa Pedra do Baú ao fundo. É de cair o queixo de tão lindo! Mas leve um casaquinho, porque o ventinho que passa por ali, corta até a mais gélida das almas. E foi com essa vista que eu me despedi do meu último dia inteiro em Campos do Jordão.

Para ler mais sobre Campos do Jordão:
- O que não fazer em Campos do Jordão
- Diário de Bordo Campos do Jordão - Chegada a São Paulo
- Diário de Bordo Campos do Jordão -  Rumo à cidade
- Diário de Bordo Campos do Jordão - Amantikir e Museu Felícia Leirner
- Diário de Bordo Campos do Jordão -  Horto Florestal

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