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20 de ago de 2011

Um ode às mães paulistanas

Tá, não sei fazer ode. É só um texto mesmo.

É que como vcs sabem, eu cobri férias do meu editor em julho, então nada mais justo que eu mesma tirasse férias na primeira quinzena de agosto. Eu nem ia pra lugar algum, mas pintou uma viagem pela empresa e eu resolvi dar uma esticada em São Paulo e dar uma chance para essa cidade cinza que não me curte - e cuja recíproca era verdadeira.

São Paulo cagou no primeiro dia. Tava cinza, frio e - quase - tudo deu errado. Mas aí a culpa não era beeem da cidade, mas sim da desorganização do evento. Não vou me alongar sobre essa parte, mas mais uma vez fica a dica: não é bom desagradar a imprensa que você convida para cobrir o seu evento. Sou friend?

Quando o evento acabou eu fui parar na Pousada dos Franceses, onde estava aquela linda da Maria Eugênia, que resolveu chamar São Paulo de sua. Gostei muito da pousada, da galera que fica na pousada, dos atendentes da pousada - que deixaram a gente usar a cozinha quando não podia numa madrugada fria de muita fome. Nota importante: a pousada NÃO é assim tão perto da Paulista, hein? Mas uns três dias depois eu já tinha me acostumado com o percurso de 20 minutos...

Apesar de Maria Eugênia e Caroll estarem desesperadas para encontrar um apê, elas conseguiram um espacinho na agenda para saírem comigo, essas fofas. E eu também aprendi a andar em São Paulo, pq, néééé, achar apartamento perto da Paulista tá difícil, minha gente. Muito difícil. Mas eu gostei de andar na Paulista de ponta a ponta. Por quê? Hahahahahaha

Porque é a avenida com o maior índice de homens bonitos por metro quadrado deste Brasil. As mulheres bonitas estão em Goiânia, mas os homens bonitos... olha... esses estão em São Paulo. E parece que estão TODOS lá. Não se dispersaram. Eu ia andando e eles iam e vinham, em minha direção, passavam por mim em câmera lenta, com o cabelo ao vento, cheirosos e oeeeeee de terno. Eu queria passar mais uns 20 dias andando na Paulista. Não precisava nem pegar ninguém, só de olhar já tava bom. VER gente bonita é bom, gente. Dá pra ter esperança nessa vida. Quanto a isso eu só tenho uma coisa a dizer: as mães paulistanas estão de parabéns.

Nós e o Sol na Paulista, essa linda

E eu fiz uma amiga bebendo champagne na Bella Paulista, fiz uma amiga no hostel e fiz um amigo na Pinacoteca. Se tudo der certo, Caroll e Marô vão morar em cima de um puteiro na Augusta e ter gogo boys como vizinhos. E eu não vejo a hora de voltar. Para fazer mais amigos e para ir a mais museus (só fui ao Masp, Museu da Língua Portuguesa, Pinacoteca e Estação Pinacoteca). Mas, principalmente, para dar muitas outras gargalhadas nessa cidade que me acolheu e fez sair o sol pra me dar bom humor. Tô apaixonada? São Paulo, sua LINDA!!

4 de ago de 2011

Tá bom, tá bom.

Tenho pra mim que O Blog da Lista (se você ainda não leu, tá perdendo) anda lendo o meu blog e leu esse post aqui. Porque eles postaram aqui uns vídeos com a dica "Quer se inspirar ou acreditar que amor de filme realmente existe?"

E aí você, que me conhece, vai dizer: ha! fácil! Com todo esse british accent até eu te convenço a casar comigo. Tá bom, Mr. Darcy. Mas o carinha de New York também me convenceria fácil. E sim, eu chorei. Discretamente.


Porque Duda Rangel é rei

Repórter de cultura??
Eu sei. Esta já é a segunda vez que vou copiar na cara dura na íntegra um post do Desilusões Perdidas. Mas é que o Duda Rangel é muito bom e super me identifico. É muito difícil fazer uma pessoa entender porque não consigo largar o tal do jornalismo, mesmo com todos os contras que isso implica. É paixão, sabe? Dessas que te fazem rastejar na lama. Dessas que você xinga, se descabela, faz a louca. E depois vai pra cama e fica tudo bem. É tipo isso.

Daí que ele fez o Slogans publicitários aplicados ao jornalismo (com grifos meus). Se liga:

A primeira matéria [assinada] a gente nunca esquece. (Valisère)

Jornalista é fresquinho porque trabalha em Cultura? Ou trabalha em Cultura porque é fresquinho? (Tostines) [Tenho amigos na Cultura que juram-de-pé-junto que não são gays. Eu não confio. hehehehe]

Dúvida por quê? Plantão é sofrê [e acostume-se com isso.]. (Ypê)

Porque a pauta é agora [pra ontem, no caso]. (Visa)

QI. É melhor... ter. [deve ser bom ter, porque olhaaaa, dá certo que só vendo pra crer. nem com cachaça na encruzilhada tiram seu cargo] (Bradesco Seguros)

Existem razões para acreditar: os jornalistas fodidos são maioria [e você aí fazendo jornalismo se achando o smartão. ryzos]. (Coca-Cola)

Quem disse que não dá? Com carteirada dá! [dá mesmo!] (Fininvest)

Pescoção, lugar de gente infeliz [e com fome. e com sede de café]. (Pão de Açúcar)

O tempo passa, o tempo voa e a censura contra a imprensa continua numa boa. (Bamerindus)

A cerveja é a nossa energia [mesmo às segundas-feiras, seusmané! saúde!]. (Petrobras)

Faculdade de jornalismo: 1001 inutilidades [nem tantas, sherlock. nem tantas]. (Bombril)

Reclamo muito de tudo isso [tipo "todo dia". apanho, mas não denuncio. nem largo]. (McDonald´s)

Apaixonados por boca-livre, como todo jabazeiro [muuuuuuuuito apaixonados por jabá]. (Postos Ipiranga)

Existem empresas de comunicação que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe a matéria paga. [tum-dum-tssssss] (MasterCard)

Johnnie Reporter, keep working. (Johnnie Walker)
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