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30 de jun de 2010

Ser jornalista é...


... Arrumar uns bicos pra pagar as viagens a Goiânia (custa R$ 100 pra ir e voltar!!!).

Já que o município não precisa muito do trabalho intelectual que eu posso oferecer, apelo para o trabalho braçal. Voltei às origens (que já me empregou até na Europa) e agora faço hidratação, escova e até manicure. Quem precisar, me avise, que eu tô fazendo um preço camarada.

Né, Carol??

28 de jun de 2010

Ser dona de casa é...

 
... Perder horas do seu dia pesquisando o melhor e mais barato multiprocessador de alimentos para tornar a sua vida na cozinha mais fácil.

E pra completar eu preciso dizer que eu adorei a tarefa, assim como a-do-ro imaginar como todas as coisas inúteis que vendem pela internet/televisão seriam úteis na minha vida. Sério. Encontrei até uma vassoura elétrica.

Mas eu acho sensacional quem pode gastar dinheiro com essas coisas toscas. Panela para fazer arroz, pipoqueira, máquina de waffle, omeleteira e por aí vai. Gente, esse povo não teve mãe pra ensinar a fazer tudo isso com panela e fogão??

É... acho que eu sou da velha guarda. Mas para cortar, triturar e fatiar, nada mais útil que um multiprocessador de alimentos... hahahahaha A partir de agora o salaminho terá sempre a mesma espessura!

Coisas do interior


Quem mais adora quando passa o fim de semana fora e descobre que o senhorio pulou o seu muro e roubou a sua água só porque teve um problema no abastecimento de água do restaurante dele?

Quem sabe da próxima vez ele não arrombe a porta da cozinha e tome um cafezinho, convidando-se por conta própria?

É pra acabar, viu??
Aôôôôôô, Jataí!!!!

17 de jun de 2010

Momento reflexão


Quando estamos acostumados a um certo tipo de vida, fica difícil imaginar como seria uma nova vida se tudo fosse diferente. O desconhecido, muitas vezes, estimula nosso inconsciente a dramatizar qualquer tipo de mudança. No atual momento da minha vida, tenho percebido em mim pequenas atitudes que provam o quanto as mudanças às vezes podem ser benéficas.

Não trato aqui de uma ou de outra coisa, mas de como todo um conjunto de fatores me proporcionou uma nova maneira de ver e de viver a vida (nossa, isso ficou muito novelesco!). Uma pessoa que, com um histórico explosivo como o meu, consegue respirar e pensar antes de agir é, antes de mais nada, uma vitoriosa.


Hoje é diferente a forma como vejo as reações das pessoas com quem convivo. Engraçado como, há bem pouco tempo, eu estava completamente alheia a elas. Antes elas me irritavam profundamente com sua "maneira de viver", mas aprendi com uma pessoa que tem sido um verdadeiro mestre que não se pode exigir das pessoas mais do que elas podem dar.

Não estou aqui criando um refúgio para os meus próprios defeitos, mas é que fico satisfeita em ver que essas mesmas pessoas que antes me tiravam do sério agora não me abalam mais. Eu sempre olho e penso: eu também tenho defeitos horríveis e eles ainda assim me suportam, por que eu não posso fazer o mesmo? E agora faço - ou tento.

É claro que há momentos em que eu penso em desistir do meu jeito zen de ser, mas não é muito melhor e mais humano quando conseguimos entender as limitações do outro? É um exercício complexo, que exige bastante do meu autocontrole, mas que eu quero continuar tentando. Quem sabe este não seja um caminho para uma vida de mais feliz?

3 de jun de 2010

As últimas

Afinal, o concurso vai acontecer normalmente. Neste domingo. E eu não estudei. Oh, Deus! Por que eu não estudei?

Tá. too late. Ah, sim... créditos pro Pedro que me convenceu a olhar pelo menos a legislação da Agecom e dos funcionários públicos estaduais.

Agora pausa nos estudos meia-boca (fala sério, ler não é estudar, né? grande farsa eu sou!) para assistir a Nilton Pinto e Tom Carvalho. Na volta eu digo se deu rock.
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